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Vacina no combate a cocaína e o crack
A dependência química deixou de ser uma epidemia para tornar-se uma pandemia em nosso
país, prova disso que as estatísticas mostram que mais de 6% da população do Brasil são
dependentes de drogas, conforme dados da ANVISA e desta 1,6% população Brasileira
consome cocaína.
Os métodos convencionais de tratamento, tais como internação, tem se mostrado ineficiente,
prova disso os estudos recentes que mostram que este método de tratamento recupera de 1 a
5% apenas dos adictos tratados.
No auxílio ao aumento deste número de usuários de nosso país, a Universidade MG, tem feito
testes químicos com a vacina para o crack e a cocaína, o que pode ser promissor para um
futuro no que se refere a possibilidade de imunizar pessoas a não se tornarem dependentes
químicos porem devemos olhar com certa cautela estes tipos de pesquisas, declara professor
Rogério Souza diretor do IBTA (Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas) devido ao fato de
que as comprovações cientificas no que se refere a eficácia de vacina como imunização é
questionável por autoridades dos Estados Unidos, questionamentos estes relatados em livros
publicados pelo Dr. Moreno da Universidade de Viçosa em MG , os principais defensores de
vacina como meio de imunização levantam a bandeira em sua defesa ao afirmarem que após a
criação das vacinas ouve a erradicação de inúmeras doenças, mas ao mesmo tempo esquecem
de se atentar ao fato de que as mesmas doenças supostamente erradicadas pelas vacinas
coincidem com a implantação do saneamento básico nas áreas urbanas do mundo ocidental,
então se perguntam, o que radicou as doenças, foram as vacinas ou saneamento básico?
Mesmo que as vacinas anti-cocaína apresentem resultados reais temos de encarar a realidade
de que ela pode então ser um método de prevenção e ou redução de danos, porém para
pessoas já dependentes químicas sem acessar os efeitos da pasta base como meio de ação na
dopamina e serotonina, sofreram da mesma forma de fissura e abstinência afinal se a única
forma destas pessoas acessarem prazer é pelas drogas e a vacina impede as drogas de atuar no
cérebro dando prazer, os mesmos entraram em abstinência.
Inúmeros estudos e artigos científicos podemos encontrar no pubmed por exemplo mostram
que a melhor forma de tratar a dependência química até hoje existente é pela Ibogaína, onde
70% das pessoas tratadas alcançam sucesso devido ao fato de que os alcaloides encontrado na
casca da raiz da Tabernanthe iboga não comprovadamente eficaz na quebra da fissura e
abstinência desta forma se a pessoa não apresenta mais fissura e ou abstinência é a ela
devolvido novamente o direito de escolha, direito este que ela deixou de ter desde o momento
que tornou-se uma dependente químico, no Brasil a exemplo da acupuntura, homeopatia,
terapia ortomolecular e Ibogainaterapia, carecem de regulamentação, porém, nenhuma destas
práticas é proibida.
As contra indicações para este tratamento, é esquizofrenia, cardíacos ou hepáticos graves,
devemos lembrar também de que a ibogaína não é alucinógena como a ayahuasca e isto
ficou comprovado em estudos por Claudio Naranjo em exames de imagem , no Brasil existe um
único Instituto que cumpre todas as exigências para tratamento com ibogaina vigente na
RDC38 e portanto é autorizado pela Vigilância Sanitária.
Esperamos que num futuro próximo, possamos ter mais instituições autorizadas para esta
forma de tratamento e de outros tratamentos que a ciência possa ouvir a comprovar sua
eficácia.
 
Sobre nós
 
Nossa empresa é focada no tratamento contra dependência quimica.
Localizada em Paulinia - São Paulo, nós estamos a 10 minutos de Campinas.
A 15 anos no mercado, somos certificados para fazer o tratamento com Ibogaína de forma segura e eficaz.
 
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